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{"id":1772,"date":"2013-03-04T20:06:55","date_gmt":"2013-03-04T20:06:55","guid":{"rendered":"https:\/\/nehscfortaleza.com\/home\/?p=1772"},"modified":"2021-10-20T19:30:11","modified_gmt":"2021-10-20T19:30:11","slug":"o-punhal-de-spinoza","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nehscfortaleza.com.br\/home\/2013\/03\/04\/o-punhal-de-spinoza\/","title":{"rendered":"O Punhal de Spinoza"},"content":{"rendered":"<div class=\"itemIntroText\">\n<div class=\"page\" title=\"Page 4\">\n<div class=\"layoutArea\">\n<div class=\"column\">\n<p>O Punhal de Spinoza \u2013 Marcos Antonio Frota. Scortecci Editora, 2013.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p align=\"justify\">O centro deste romance \u00e9 o fil\u00f3sofo Baruch de Spinoza (o homem e sua filosofia). Secundariamente, a arte (pintura e literatura) e tamb\u00e9m a pol\u00edtica e a justi\u00e7a.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"itemFullText\">\n<p align=\"justify\">Spinoza (1632-1677) viveu na Holanda, na chamada Idade de Ouro. Seu vigoroso pensamento tem varado os s\u00e9culos e exercido grande influ\u00eancia na civiliza\u00e7\u00e3o contempor\u00e2nea. De suas coisas, h\u00e1 not\u00edcias de um punhal de cabo de prata, que desapareceu de sua escrivaninha, logo ap\u00f3s sua morte.<\/p>\n<p align=\"justify\">Com base nestas realidades &#8211; o pensamento e o punhal do fil\u00f3sofo &#8211; o romance se constr\u00f3i, seguindo caminhos tra\u00e7ados com a ajuda dessas coisas, em hist\u00f3rias ambientadas:<\/p>\n<p align=\"justify\">&#8211; Na Holanda do s\u00e9culo XVII:<\/p>\n<p align=\"justify\">A cidade de Amsterd\u00e3 autorizara a livre entrada dos judeus, consolidando o corredor de migra\u00e7\u00e3o constru\u00eddo por esse povo, pressionado pela inquisi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p align=\"justify\">A Holanda e os pr\u00f3prios judeus viviam conflitos pol\u00edticos e religiosos. Spinoza participou deles, fazendo o papel de embaixador junto \u00e0s for\u00e7as de ocupa\u00e7\u00e3o da Holanda, e contestando cren\u00e7as religiosas, sendo, por isso, excomungado pela comunidade judaica.<\/p>\n<p align=\"justify\">Por ocasi\u00e3o da morte de Spinoza, seu punhal, de origem ignorada, foi roubado.<\/p>\n<p align=\"justify\">&#8211; Na It\u00e1lia do s\u00e9culo XX, d\u00e9cada de 60:<\/p>\n<p align=\"justify\">Em algum instante, o punhal saltou da Holanda para Sic\u00edlia. Onde:<\/p>\n<p align=\"justify\">a) a investiga\u00e7\u00e3o que foi feita sobre sua origem d\u00e1 conta de que ele pertencera ao Pr\u00edncipe de Cond\u00e9 (comandante-em-chefe do ex\u00e9rcito franc\u00eas) ou ao pr\u00f3prio rei Luis XIV.<\/p>\n<p align=\"justify\">b) foi usado para matar um mafioso, a mando de seu irm\u00e3o, que queria ficar com a vi\u00fava e com o imp\u00e9rio criminoso. Esse fratric\u00eddio \u00e9 guardado a sete chaves.<\/p>\n<p align=\"justify\">A trama inclui o drama familiar do autor material do crime, propriet\u00e1rio do punhal. E os tormentos da vi\u00fava, que se casa com o mandante do crime, irm\u00e3o de seu finado marido.<\/p>\n<p align=\"justify\">&#8211; No Brasil, no s\u00e9culo XXI:<\/p>\n<p align=\"justify\">O uso do punhal, pelos mafiosos, repercutiu c\u00e1 no Brasil, ferindo acerbamente um professor e seu genro, que resolvem se vingar, pois os tribunais de justi\u00e7a tinham sido mais do que lenientes.<\/p>\n<p align=\"justify\">Ent\u00e3o, sabendo que seu malfeitor cultua o mundo das celebridades, ao qual ansiava pertencer, preparam uma armadilha: um livro denunciando o crime do mafioso que mandou matar o pr\u00f3prio irm\u00e3o.<\/p>\n<p align=\"justify\">Como previsto, o inimigo que buscava a fama rouba o livro e manda matar seu autor (o professor), e publica a obra como se fosse de sua autoria. Ignorando que a hist\u00f3ria contada tinha fundo real, denunciava um fratric\u00eddio.<\/p>\n<p align=\"justify\">Mas o genro do professor, que adquirira uma pequena fortuna em uma aventura rocambolesca, re-edita o livro em italiano, e o espalha por livrarias de Mil\u00e3o, reativando a armadilha criada por seu sogro.<\/p>\n<p align=\"justify\">Dessa forma, a m\u00e1fia toma conhecimento da den\u00fancia feita contra seu l\u00edder, e despacha para o Brasil um de seus membros para castigar o pseudo-autor do livro, consumando, assim, a vingan\u00e7a pretendida pelo professor e seu genro.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Punhal de Spinoza \u2013 Marcos Antonio Frota. Scortecci Editora, 2013. 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