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{"id":1756,"date":"2013-04-03T20:24:14","date_gmt":"2013-04-03T20:24:14","guid":{"rendered":"https:\/\/nehscfortaleza.com\/home\/?p=1756"},"modified":"2021-02-09T22:42:23","modified_gmt":"2021-02-09T22:42:23","slug":"historias-de-vida-memorias-de-uma-rua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nehscfortaleza.com.br\/home\/2013\/04\/03\/historias-de-vida-memorias-de-uma-rua\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3rias de Vida: Mem\u00f3rias de Uma Rua"},"content":{"rendered":"<div class=\"itemIntroText\">\n<p>A Presente publica\u00e7\u00e3o sobre a qual me debru\u00e7o para resenh\u00e1-la despertou meu interesse por ser o resultado de uma exaustiva e competente pesquisa, de relevante interesse para a historiografia contempor\u00e2nea, para a cidade de Fortaleza e para os estudiosos em geral.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"itemFullText\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"justify\">O estudo apresentado faz uma profunda reflex\u00e3o sobre a rua e a mem\u00f3ria. \u00c9 um trabalho acad\u00eamico, em a pretens\u00e3o de s\u00ea-lo. Apresenta o rigor da escrita, mas \u00e9 leve, envolvente, como a narrativa de um literato, que mostra o ato de sonhar na rebeldia dos seus personagens e na descri\u00e7\u00e3o suave de seu objeto.<\/p>\n<p align=\"justify\">Trata-se de um estudo interdisciplinar, em que o olhar atento do pesquisador experiente liga as fontes e os registros orais a um di\u00e1logo com a historiografia. Dando visibilidade a homens e mulheres an\u00f4nimos na multiplicidade da vida, na constru\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os e nas diversas temporalidades, valoriza as reminisc\u00eancias nas marcas que a hist\u00f3ria deixou ao longo do seu processo.<\/p>\n<p align=\"justify\">Nas \u00faltimas d\u00e9cadas, o interesse de historiadores, antrop\u00f3logos, arquitetos, cientistas pol\u00edticos, semioticistas e comunic\u00f3logos tem-se acentuado e vem, com freq\u00fc\u00eancia, sendo discutido em produ\u00e7\u00f5es e eventos cient\u00edficos, onde a rela\u00e7\u00e3o entre cidade e mem\u00f3ria, cidade e hist\u00f3ria, cidade e arquitetura, cidade e imprensa, aparece nos mais variados temas e abordagens cient\u00edficas. A cidade \u00e9 um palco de representa\u00e7\u00f5es, cen\u00e1rio cultural de signos que a expressam e onde vamos buscar a l\u00f3gica hist\u00f3rica com as diferentes categorias de manifesta\u00e7\u00f5es de linguagens, que formam as variadas m\u00e1scaras da cidade e denominam os seus territ\u00f3rios, com t\u00e3o bem nos elucida Lucrecia Ferrara em suas substanciosa obra<sup><a href=\"https:\/\/nehscfortaleza.com\/livros_resenhas_arquivos\/livros_resenhas_008.htm#%28b%29\">(b)<\/a><\/sup>.<\/p>\n<p align=\"justify\">A cidade se constitui num turbilh\u00e3o de signos e significados que se alteram, se cruzam e se isolam com os rastros deixados pela sucess\u00e3o de \u00e9pocas.<\/p>\n<p align=\"justify\">J\u00e1 Fernande Braude<sup><a href=\"https:\/\/nehscfortaleza.com\/livros_resenhas_arquivos\/livros_resenhas_008.htm#%28c%29\">(c)<\/a><\/sup>\u00a0escreveu que as cidades s\u00e3o transformadores el\u00e9tricos que aumentam as tens\u00f5es e agitam incessantemente a vida humana. Assim sendo, entendemos que a hist\u00f3ria de uma cidade n\u00e3o \u00e9 somente uma contribui\u00e7\u00e3o ao conhecimento do passado, que vai aumentar o patrim\u00f4nio das lembran\u00e7as hist\u00f3ricas, mas permite tamb\u00e9m considerar o presente numa perspectiva correta e ajuda a projetar melhor, com maior consci\u00eancia e responsabilidade, o futuro do consciente urbano.<\/p>\n<p align=\"justify\">Composta de ruas, bairros, praias e avenidas, \u00e9 um conjunto de manifesta\u00e7\u00f5es traduzidas nas rela\u00e7\u00f5es que as pessoas estabelecem entre si, nas express\u00f5es culturais, no progresso, nas multid\u00f5es, no\u00a0<em>fl\u00e2neur<\/em>, no\u00a0<em>voyeur<\/em>, nas verticaliza\u00e7\u00f5es desiguais e arrojadas, nos jardins, nas flores, nos bares, nas cantinas, nos\u00a0<em>boulevards<\/em>\u00a0e nos aspectos negativos, como a pobreza, a mis\u00e9ria, as enchentes, o tr\u00e2nsito e a viol\u00eancia.<\/p>\n<p align=\"justify\">Os diversos elementos que comp\u00f5em a exist\u00eancia comum dos homens inscrevem-se em um espa\u00e7o no qual deixam as suas marcas. Lugar onde se manifesta a vida, o espa\u00e7o \u00e9 condi\u00e7\u00e3o, meio e produto da realiza\u00e7\u00e3o da sociedade humana em toda sua multiplicidade<sup><a href=\"https:\/\/nehscfortaleza.com\/livros_resenhas_arquivos\/livros_resenhas_008.htm#%28d%29\">(d)<\/a><\/sup>. Espa\u00e7o e tempo se articulam de modo indissoci\u00e1vel, como pr\u00e1tica s\u00f3cioespacial. Cada lugar tem a sua especificidade no cruzamento de temporalidades diferenciadas. \u00c9 na trama do tecido social que se constroem as viv\u00eancias do passado, que se revigoram na mem\u00f3ria do presente.<\/p>\n<p align=\"justify\">Mudan\u00e7as e transforma\u00e7\u00f5es ocorreram no espa\u00e7o f\u00edsico apresentado. Temporalidades se ajustaram, personagens desapareceram, costumes se alteraram, paisagens se deformaram, mas o olhar atendo do pesquisador est\u00e1 focado para registrar estas altera\u00e7\u00f5es da paisagem f\u00edsica e humana. A mem\u00f3ria flagra o ontem como uma pel\u00edcula que agrada ao p\u00fablico.<\/p>\n<p align=\"justify\">Um longo sum\u00e1rio apresenta a estrutura da obra, dividida n\u00e3o em cap\u00edtulos rigorosamente acad\u00eamicos, mas citados sem nenhum rigor cient\u00edfico. \u00c9 como se o poeta-literato desafiasse o acad\u00eamico, na seguran\u00e7a te\u00f3rica do seu conhecimento. Essa sutileza \u00e9 aparente, porque o rigor se esbo\u00e7a nas entrelinhas e no conjunto da obra.<\/p>\n<p align=\"justify\">Introdu\u00e7\u00e3o, tempo, espa\u00e7a, mem\u00f3ria e fragmentos da mem\u00f3ria s\u00e3o separados e n\u00e3o agrupados em um \u00fanico compartimento, que podia ser chamado de forma mais apropriada de considera\u00e7\u00f5es iniciais.<\/p>\n<p align=\"justify\">Seguem t\u00edtulos e subt\u00edtulos sugestivos, lindo e apropriados ao que o autor descreve nas partes subseq\u00fcentes do livro.<\/p>\n<p align=\"justify\">O universo da Rua Carapinima era, como o descreve t\u00e3o bem o narrador, o bin\u00f4mio colocado em Roberto da Mata<sup><a href=\"https:\/\/nehscfortaleza.com\/livros_resenhas_arquivos\/livros_resenhas_008.htm#%28e%29\">(e)<\/a><\/sup>, ou seja, a casa, seus valores familiares e a rua como o espa\u00e7o da autonomia, da liberdade e das molecagens infantis, que hoje s\u00e3o vistas com a cor suave da inoc\u00eancia.<\/p>\n<p align=\"justify\">O mundo da Rua Carapinima \u00e9 a vida da comunidade, dos amigos, vizinhos, conhecidos, da rua, do bairro e da cidade, onde a urbe se alonga e atinge a zona rural, que se confunde com os jardins e os pomares verdes que enfeitam toda a &#8220;fam\u00edlia&#8221;, que se une a irmandade da rua.<\/p>\n<p align=\"justify\">Na escapa ao esp\u00edrito indagativo e ilustre do autor. O trem e o percurso da paisagem, o jardim da cada da professorinha, que se mostra lindo, com rosas de variadas matizes, s\u00e3o descritos com a mesma singeleza como os afazeres dom\u00e9sticos, a cozinha e o trabalho da mulher dentro do lar e fora dele, \u00e0 frente do com\u00e9rcio.<\/p>\n<p align=\"justify\">Recuperando imagens e personagens, lidando de forma simples, mas substanciosa, em um prazeroso e competente passeio pelos lugares da mem\u00f3ria da rua da sua inf\u00e2ncia, Paulo Arag\u00e3o nos remete a Walter Benjamin, quando o fil\u00f3sofo alem\u00e3o tamb\u00e9m revisita a sua Berlim de 1900<sup><a href=\"https:\/\/nehscfortaleza.com\/livros_resenhas_arquivos\/livros_resenhas_008.htm#%28f%29\">(f)<\/a><\/sup>\u00a0. Nesta obra, como na de Benjamin, \u00e9 o adulto que relembra a inf\u00e2ncia e constr\u00f3i o universo das emo\u00e7\u00f5es, dos prazeres, do amor, da amizade e dos mais sinceros sentimentos reconstru\u00eddos nessas reminisc\u00eancias. A bicicleta Monark, s\u00edmbolo de\u00a0<em>status<\/em>\u00a0social na d\u00e9cada de 50, e o orgulho do menino de roupa c\u00e1qui a caminho do Liceu s\u00e3o descritos com tanta sensibilidade e originalidade que o leitor se encontra e se remete \u00e0s suas diversas temporalidades. Os brinquedos constru\u00eddos artesanalmente, as brincadeiras de roda, de bonecas, de esconde-esconde, de bolas, de bot\u00f5es, que entretinham meninos e meninas nas brincadeiras de rua, imitando seus \u00eddolos do cinema hollywoodiano, est\u00e3o inseridos na obra de forma leve e agrad\u00e1vel.<\/p>\n<p align=\"justify\">Estabelecer a rela\u00e7\u00e3o entre cidade, bairro, rua e mem\u00f3ria foi o que faltou, com maior \u00eanfase, ao livro aqui resenhado. Os lugares da mem\u00f3ria foram sendo percorridos, e os rastros, muito bem delineados, foram identificando os personagens e as imagens de forma po\u00e9tica e substanciosa. &#8221; A Mem\u00f3ria, como fen\u00f4meno individual e psicol\u00f3gico, liga-se tamb\u00e9m \u00e0 vida social&#8221;<sup><a href=\"https:\/\/nehscfortaleza.com\/livros_resenhas_arquivos\/livros_resenhas_008.htm#%28g%29\">(g)<\/a><\/sup>\u00a0. Sendo a mem\u00f3ria a propriedade de conservar certas informa\u00e7\u00f5es, reenvia-nos, sempre em primeiro lugar, para um conjunto de fun\u00e7\u00f5es ps\u00edquicas, gra\u00e7as \u00e0s quais o homem pode atualizar impress\u00f5es ou informa\u00e7\u00f5es passadas<sup><a href=\"https:\/\/nehscfortaleza.com\/livros_resenhas_arquivos\/livros_resenhas_008.htm#%28h%29\">(h)<\/a><\/sup>.<\/p>\n<p align=\"justify\">A diversidade da mem\u00f3ria se constitui tamb\u00e9m em um campo minado pelo luta pol\u00edtica e pelos conflitos sociais, que constituem o pr\u00f3prio objeto da hist\u00f3ria. &#8220;Mem\u00f3ria \u00e9 um significado sempre aberto, com um conjunto de estrat\u00e9gias, uma presen\u00e7a,\u00a0 que vale menos por aquilo que \u00e9,\u00a0\u00a0 do que aquilo que dela se faz&#8221;<a href=\"https:\/\/nehscfortaleza.com\/livros_resenhas_arquivos\/livros_resenhas_008.htm#%28i%29\"><sup>(i)<\/sup>.<\/a>\u00a0O autor soube muito bem estabelecer na sua obra o que dela se faz e como se faz.<\/p>\n<p align=\"justify\">Para o brasileiro, casa e rua n\u00e3o designam espa\u00e7os simplesmente geogr\u00e1ficos, mas s\u00e3o acima de tudo, entidades morais e esferas de a\u00e7\u00e3o social, como nos lembra Roberto da Matta<sup><a href=\"https:\/\/nehscfortaleza.com\/livros_resenhas_arquivos\/livros_resenhas_008.htm#%28j%29\">(j)<\/a><\/sup>. Paulo Maria de Arag\u00e3o nos presenteia com uma bel\u00edssima descri\u00e7\u00e3o dos diferenciais da &#8220;sua&#8221; rua. A Rua Carapinima \u00e9 descrita no seu espa\u00e7o geogr\u00e1fico de forma inteligente nas suas rela\u00e7\u00f5es sociais e de parentesco, mas, historicamente, faltou-nos o significado do nome da rua. Fotografias expressivas ilustram o conjunto da obra, dando-lhe identidade.<\/p>\n<p align=\"justify\">O p\u00fablico acad\u00eamico e n\u00e3o-acad\u00eamico vai se deliciar com a obra, tamb\u00e9m com o que se refere aos estudos da mem\u00f3ria, da hist\u00f3ria, do p\u00fablico e do privado, da cidade e da rua.<\/p>\n<p align=\"justify\">Parabenizo o autor pela obra arrojada, que tenho certeza, vai entrar para o rol de t\u00edtulos essenciais para a historiografia comtempor\u00e2nea, objetivando especificamente a rua na cidade de Fortaleza, e vai enriquecer as produ\u00e7\u00f5es cient\u00edficas dos diferentes ramos do conhecimento e somar-se a elas. \u00c9 uma valiosa contribui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Fonte: Revista Jur\u00eddica &#8211; Ano II &#8211; N\u00ba. 07 &#8211; 2007 Leis&amp;Letras p\u00e1ginas 52 e 53<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.leiseletras.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.leiseletras.com.br<\/a><\/p>\n<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<\/p>\n<p align=\"justify\">NOTAS<\/p>\n<p align=\"justify\"><a href=\"https:\/\/nehscfortaleza.com\/livros_resenhas_arquivos\/livros_resenhas_008.htm#%28b%29_voltar\">(b)<\/a>\u00a0&#8211; Ferrara, Lucrecia D&#8217;Al\u00e9ssio &#8211; O Olhar Perif\u00e9rico, S\u00e3o Paulo, EDUSP, 1999.<\/p>\n<p align=\"justify\"><a href=\"https:\/\/nehscfortaleza.com\/livros_resenhas_arquivos\/livros_resenhas_008.htm#%28c%29_voltar\">(c)<\/a>\u00a0&#8211; Braudel, Fernando &#8211; A Din\u00e2mica do Capitalismo, tradu\u00e7\u00e3o de Carlos da Veiga Ferreira, Lisboa, Editorial Teorema, 1989.<\/p>\n<p align=\"justify\"><a href=\"https:\/\/nehscfortaleza.com\/livros_resenhas_arquivos\/livros_resenhas_008.htm#%28d%29_voltar\">(d)<\/a>\u00a0&#8211; Carlos, Ana Fani Alessandri &#8211; Espa\u00e7o-Tempo na Metr\u00f3pole: A Fragmenta\u00e7\u00e3o na Vida Cotidiana, S\u00e3o Paulo, Contexto, 2001.<\/p>\n<p align=\"justify\"><a href=\"https:\/\/nehscfortaleza.com\/livros_resenhas_arquivos\/livros_resenhas_008.htm#%28e%29_votar\">(e)<\/a>\u00a0&#8211; Da Matta, Roberto &#8211; A Casa &amp; A Rua. Espa\u00e7o, Cidadania, Mulher e Morte no Brasil, 5\u00aa. ed., Rio de Janeiro, Editora Rocco, 1997.<\/p>\n<p align=\"justify\"><a href=\"https:\/\/nehscfortaleza.com\/livros_resenhas_arquivos\/livros_resenhas_008.htm#%28f%29_voltar\">(f)<\/a>\u00a0&#8211; Benjamin, Walter &#8211; Inf\u00e2ncia em Berlim, por Vota de 1900, in Obras Escolhidas Vol. II, Rua de M\u00e3o \u00danica, S\u00e3o Paulo, Ed. Brasiliense, 1987.<\/p>\n<p align=\"justify\"><a href=\"https:\/\/nehscfortaleza.com\/livros_resenhas_arquivos\/livros_resenhas_008.htm#%28g%29_voltar\">(g)<\/a>\u00a0&#8211; Nora, Pierre &#8211; Les Lieux de Memoire (Apresenta\u00e7\u00e3o), Vol. I, La Republique, Paris, Gallmard, 1984.<\/p>\n<p align=\"justify\"><a href=\"https:\/\/nehscfortaleza.com\/livros_resenhas_arquivos\/livros_resenhas_008.htm#%28h%29_voltar\">(h)<\/a>\u00a0&#8211; Le Goff, Jacques &#8211; Mom\u00f3ria e Hist\u00f3ria, in Enciclop\u00e9dia Einardi, Lisboa, Imprensa Nacional, Casa da Moeda, 1984, pg. 50.<\/p>\n<p align=\"justify\"><a href=\"https:\/\/nehscfortaleza.com\/livros_resenhas_arquivos\/livros_resenhas_008.htm#%28i%29_voltar\">(i)<\/a>\u00a0&#8211; Op. Cit., pg. 11.<\/p>\n<p align=\"justify\"><a href=\"https:\/\/nehscfortaleza.com\/livros_resenhas_arquivos\/livros_resenhas_008.htm#%28j%29_voltar\">(j)<\/a>\u00a0&#8211; Da Mata, Op. Cit.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Presente publica\u00e7\u00e3o sobre a qual me debru\u00e7o para resenh\u00e1-la despertou meu interesse por ser<\/p>\n","protected":false},"author":24,"featured_media":1758,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[310],"tags":[],"class_list":["post-1756","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-resenhas"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/nehscfortaleza.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1756","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/nehscfortaleza.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/nehscfortaleza.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nehscfortaleza.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/users\/24"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nehscfortaleza.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1756"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/nehscfortaleza.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1756\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1760,"href":"https:\/\/nehscfortaleza.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1756\/revisions\/1760"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nehscfortaleza.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1758"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/nehscfortaleza.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1756"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/nehscfortaleza.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1756"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/nehscfortaleza.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1756"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}