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{"id":1638,"date":"2014-09-24T16:19:50","date_gmt":"2014-09-24T16:19:50","guid":{"rendered":"https:\/\/nehscfortaleza.com\/home\/?p=1638"},"modified":"2021-01-27T00:13:32","modified_gmt":"2021-01-27T00:13:32","slug":"frei-tito-34-anos-depois","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nehscfortaleza.com.br\/home\/2014\/09\/24\/frei-tito-34-anos-depois\/","title":{"rendered":"Frei Tito \u2013 34 Anos Depois"},"content":{"rendered":"<p><strong>Explosivo, mas de cora\u00e7\u00e3o puro e sentimental. Nos alfarr\u00e1bios dos agostos, a gosto, vividos, encontrei um artigo meu, de 20 de agosto de 1994, publicado no jornal \u201cO Povo\u201d de nosso saudos\u00edssimo Dem\u00f3crito!<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1640 size-full alignleft\" src=\"https:\/\/nehscfortaleza.com\/home\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/mi_1933663803275420.jpg\" alt=\"\" width=\"328\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/nehscfortaleza.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/mi_1933663803275420.jpg 328w, https:\/\/nehscfortaleza.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/mi_1933663803275420-197x300.jpg 197w\" sizes=\"(max-width: 328px) 100vw, 328px\" \/>Catorze anos passaram-se da publica\u00e7\u00e3o e trinta e quatro da morte de Tito. Como tudo que vira hist\u00f3ria \u2013 que os amantes da verdade tratam de n\u00e3o deixar cair no esquecimento e por t\u00e3o atual \u00a0o ser, resolvi reproduzi-lo, ipso facto, alterando apenas as datas. Com o t\u00edtulo Frei Tito de Alencar, aqui est\u00e1 para enriquecimento da juventude:<\/p>\n<p>Tomado de incontida emo\u00e7\u00e3o li o artigo: Frei Tito de Alencar, 20 anos &#8211; do companheiro e amigo Mou\u00adr\u00e3o. Fui guindado a um mergulho no pas\u00adsado, paradoxalmen\u00adte, perto-long\u00ednquo. Perto pelas lembran\u00e7as t\u00e3o vivas e presentes de minha adoles\u00adc\u00eancia, quando convivi lado a lado, nas lides estudantis, no Liceu do Cear\u00e1, com Tito de Alencar Lima\u00a0 o \u201cPapagaio\u201d (apelido daquele colega de turma). Esquadrinhei, com saudade, o labirinto ido de nossa meninice e voltei ao conv\u00edvio com Tito, arrasando o time do Esporte Clube \u00c1guia, da rua Major Facundo, que padecia aos petardos e gols monumentais do saudoso \u201cPapagaio\u201d. Sua fun\u00e7\u00e3o era marcar gols. A minha, segurar na defesa, na base da porrada. Estas eram as miss\u00f5es, que cumpr\u00edamos de maneira inarred\u00e1vel. Revivi nossas sess\u00f5es de estudos, cultura f\u00edsica\u00a0 pelo m\u00e9todo Charles Atlas e brincadeiras, na rua Leonardo Mota, 1515, onde morava meu dileto amigo, as quais corriqueiramente, acabavam sempre que o meni\u00adno Tito deveria ir \u00e0s reuni\u00f5es da Congrega\u00e7\u00e3o Mariana&#8230;<\/p>\n<p>Esse passado t\u00e3o vivo e presente em minha mem\u00f3ria, torna-se, no tempo, distante pela rapidez cruel dos anos vividos. Distando aproximadamente 50 anos de nossa quarta s\u00e9rie ginasial, posso contemplar a pureza daquela alma adolescente. Mesmo com pequena estatura, exibia um porte atl\u00e9tico escultural, cuja beleza exterior confundia-se com a do esp\u00edrito, que o tornava um menino-homem.\u00a0 Sim, menino-homem, que conservava a irriquietude e peraltice de menino e a cabe\u00e7a pensante e pol\u00edtica de adulto. Que discernimen\u00adto! Que respeito \u00e0 pessoa humana! Tanto que conviv\u00edamos e nunca meu amigo tentou impor-me as suas id\u00e9ias sobre Deus, filos\u00f3\u00adficas ou pol\u00edticas!&#8230; Talvez visse em mim um menino-menino! T\u00ednhamos em torno de 14 anos.<\/p>\n<p>Felizmente, por d\u00e1diva divina pens\u00e1vamos de maneira igual sobre pol\u00edtica, Deus e alguns de seus servos, que n\u00e3o fora a miseric\u00f3rdia celestial, certamente, seriam despedidos da merc\u00ea do Senhor! Mas, por incr\u00edvel que pa\u00adre\u00e7a, nunca conversamos sobre esses assuntos.<\/p>\n<p>Seguimos caminhos diferentes. Tito foi pa\u00adra o Semin\u00e1rio e eu para a Universidade.<\/p>\n<p>Fui militar, onde, talvez, o meu maior m\u00e9rito foi impedir que um outro padre, possivelmente, repetisse o calv\u00e1rio de Tito, pela ignom\u00ednia de um dedo-duro da caserna, na \u00e2nsia insana e bestial de mostrar servi\u00e7o. Pelo que glorifico a Deus!<\/p>\n<p>Na universidade convivi, pari passu, nas lutas estudantis (fui presidente do Diret\u00f3rio Acad\u00eamico Raimundo Gomes da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Cear\u00e1, durante o repressor governo M\u00e9dici), com companheiros de inef\u00e1vel valor: Galba Gomes, Pedro Albuquerque, Arlindo, Ruth, Jo\u00e3o de Paula, Inoc\u00eancio, Genu\u00edno (deputa\u00addo federal), etc&#8230; que permanecem na labuta pol\u00edtica e ter\u00e3o ainda que muito trabalha\u00adrem para dar \u00e0 P\u00e1tria, tudo que lhe ofereceu Tito, o saudoso &#8220;Papagaio&#8221;.<\/p>\n<p>Ali\u00e1s, hoje mais maduro, fico a conjeturar: ser\u00e1 que a alcunha de &#8220;Papagaio&#8221; deveu-se ao semblante; \u00e0 riqueza ret\u00f3rica de orador privilegiado, \u00e0 loquacidade, ou por, imitando \u00e0 na\u00adtureza, ter um cora\u00e7\u00e3o verde-amarelo\u00a0 como papagaio que a mediocridade dos parasitas da P\u00e1tria-Mater teimou em pintar de vermelho com o pr\u00f3prio sangue de Tito?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Explosivo, mas de cora\u00e7\u00e3o puro e sentimental. 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