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{"id":1207,"date":"2015-06-09T09:48:52","date_gmt":"2015-06-09T09:48:52","guid":{"rendered":"https:\/\/nehscfortaleza.com\/home\/?p=1207"},"modified":"2020-10-26T23:58:37","modified_gmt":"2020-10-26T23:58:37","slug":"relatos-acerca-de-campo-grande-aspectos-do-desenvolvimento-da-cidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nehscfortaleza.com.br\/home\/2015\/06\/09\/relatos-acerca-de-campo-grande-aspectos-do-desenvolvimento-da-cidade\/","title":{"rendered":"Relatos Acerca de Campo Grande: Aspectos do Desenvolvimento da Cidade"},"content":{"rendered":"<div class=\"itemIntroText\">\n<p>Uma cidade pode ser pensada de muitas formas. E a respeito de Campo Grande, atual capital pol\u00edtica do Estado de Mato Grosso do Sul (MS), n\u00e3o poucas vezes denominada\u00a0<em>Cidade Morena<\/em>, os exemplos s\u00e3o bastante diversos, para n\u00e3o dizermos contradit\u00f3rios e conflitantes. Parte dos relatos aos quais tivemos acesso foi redigida por cronistas, educadores, religiosos, profissionais liberais, pol\u00edticos, escritores, viajantes, ou meros observadores, que, cada um da sua forma, deixou suas impress\u00f5es a respeito do desenvolvimento desta cidade.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"itemFullText\">\n<p>Temos autores que falam de uma urbe desordenada e mals\u00e3, outros que mostram uma cidade repleta de progresso e civilidade. H\u00e1 tamb\u00e9m os que externam os seus pontos positivos como decorrentes do trabalho e abnega\u00e7\u00e3o de alguns sujeitos e institui\u00e7\u00f5es, partidos e grupos sociais economicamente abastados; j\u00e1 os seus pontos negativos surgem quase sempre como um legado de fatores externos \u00e0 realidade local, entretanto poss\u00edveis de serem superados devido \u00e0 fertilidade da terra, o clima dadivoso da serra de Maracaju e a for\u00e7a laboral do seu povo.<\/p>\n<p>O pr\u00f3prio cognome\u00a0<em>Cidade Morena<\/em>\u00a0\u00e9 ilustrativo de uma ideia-for\u00e7a ainda muito presente na sociedade, se bem que as explica\u00e7\u00f5es sobre a origem da express\u00e3o nem sempre tendam para o mesmo ponto. Em linhas gerais, o sentido primeiro desse termo, pelo que indicam alguns registros, foi mencionado na d\u00e9cada de 1910 por Francisco de Aquino Corr\u00eaa. Este religioso pensou a urbe como uma \u201cterra roxa dos guavirais selvagens.\u201d Por causa da cor vermelha ou roxa de sua terra, a cidade passou a ter esta denomina\u00e7\u00e3o, sendo tal passagem inclusive documentada, embora n\u00e3o de forma literal, na obra\u00a0<em>Terra Natal<\/em>. Campo Grande surge ent\u00e3o como um lugar que tinha \u201cterras t\u00e3o roxas e mimosas.\u201d<sup>1<\/sup>\u00a0Da\u00ed uma das formas para concebermos esta urbe como\u00a0<em>Cidade Morena<\/em>, sendo que depois da cria\u00e7\u00e3o do Estado de Mato Grosso do Sul passou-se a cham\u00e1-la tamb\u00e9m\u00a0<em>Capital Morena<\/em>.<\/p>\n<p>Luiz Amaral, em\u00a0<em>A mais linda viagem: um \u201craid\u201d de vinte mil kilometros pelo interior brasileiro<\/em>, obra publicada na segunda metade da d\u00e9cada de 1920, mostrou-se surpreso com a cidade de Campo Grande e a sua evolu\u00e7\u00e3o, que segundo ele muito devia \u00e0 col\u00f4nia de japoneses que se fazia presente nas cercanias da municipalidade. Nas suas palavras: \u201cN\u00e3o tem ainda quatorze anos a cidade, mas apresenta aspectos admir\u00e1veis. Ampla, muito bem tra\u00e7ada, ruas muito largas e muito retas, com duas ordens de postes para a ilumina\u00e7\u00e3o el\u00e9trica, abundant\u00edssima. Com\u00e9rcio intenso, popula\u00e7\u00e3o operosa.\u201d<sup>2<\/sup>\u00a0No livro\u00a0<em>Garimpos do Mato Grosso. Viagens ao sul do Estado e ao lend\u00e1rio rio das Gar\u00e7as<\/em>, o sertanista Hermano Ribeiro da Silva, que chegou em Campo Grande no m\u00eas de julho de 1930 e permaneceu na cidade at\u00e9 o in\u00edcio de setembro desse ano, relata que se deparou com uma urbe repleta de pessoas de outras plagas, sobretudo advent\u00edcios do Estado de S\u00e3o Paulo em busca de trabalho, e que muito contribu\u00edam para que as hospedarias e os hot\u00e9is ficassem lotados de pessoas humildes. Difunde tamb\u00e9m a no\u00e7\u00e3o de que Campo Grande, nesse per\u00edodo, j\u00e1 era uma \u201ccidade prodigiosa, que se criou e se desenvolveu milagrosamente no espa\u00e7o de diminutos anos, atestando um progresso vertiginoso, talvez nunca dantes realizado em qualquer ponto do pa\u00eds.\u201d<sup>3<\/sup><\/p>\n<p>Ainda nos anos 1930, Rezende Rubim n\u00e3o poupa elogios \u00e0\u00a0<em>Cidade Morena<\/em>, adjetivando-a positivamente como uma urbe cosmopolita em\u00a0<em>Reservas de brasilidade<\/em>. Viajante que se serviu dos trilhos da estrada de ferro Noroeste do Brasil para conhecer o ent\u00e3o sul de Mato Grosso, Rubim assegura aos seus leitores que \u201cCampo Grande j\u00e1 \u00e9 uma cidade importante; n\u00facleo de converg\u00eancia de diversos munic\u00edpios pr\u00f3ximos. A cidade \u00e9 bem tra\u00e7ada em ruas largas, sendo algumas cal\u00e7adas a Mac-Adam. Possui um jardim muito gracioso e resid\u00eancias de primeira ordem. Nada fica a dever \u00e0s modernas cidades paulistas do ciclo do caf\u00e9.\u201d Informa tamb\u00e9m que o \u201ccampo-grandense sente-se naturalmente orgulhoso do seu progresso, sem perceber, todavia, que grande parte dele lhe vem da vizinhan\u00e7a com Maracaju, Bela Vista, Nioaque, Aquidauana e Ponta Por\u00e3.\u201d<sup>4<\/sup><\/p>\n<p>Rubim externa tamb\u00e9m que a \u201cbela cidade serrana, plantada \u00e0 beira da Noroeste do Brasil\u201d, j\u00e1 tem \u201cvida pr\u00f3pria; a cidade j\u00e1 possui elementos bastantes para esperar do futuro uma situa\u00e7\u00e3o invej\u00e1vel. As cercanias s\u00e3o todas afazendadas e a localiza\u00e7\u00e3o de algumas col\u00f4nias de japoneses tem concorrido para melhorar o padr\u00e3o de vida dos habitantes, at\u00e9 a bem pouco tempo dependentes do produto paulista.\u201d No livro\u00a0<em>Um trem corre para o oeste<\/em>, Fernando de Azevedo endossa em grande medida afirma\u00e7\u00e3o semelhante, pois considera que na paisagem urbana de Campo Grande \u201cse erguem, sem, no entanto domin\u00e1-la, numerosas casas confort\u00e1veis e pr\u00e9dios de cinco andares, se transfigurou a sociedade que lhe empresta, pelos seus h\u00e1bitos, alguns dos aspectos mais am\u00e1veis das cidades modernas.\u201d<sup>5<\/sup>\u00a0Este educador menciona que \u201ca transforma\u00e7\u00e3o, que se iniciou lentamente, est\u00e1 longe de atingir o grau de intensidade ou o cl\u00edmax que alcan\u00e7ar\u00e1 n\u00e3o s\u00f3 pela fertilidade de suas terras e abund\u00e2ncias de suas pastagens naturais, para o desenvolvimento da pecu\u00e1ria, como tamb\u00e9m pela riqueza de sua rede fluvial, constitu\u00edda de amplos rios naveg\u00e1veis que, associados \u00e0 estrada de ferro e \u00e0s rodovias, poder\u00e3o assegurar a essas regi\u00f5es a mais rica e fecunda combina\u00e7\u00e3o de transportes que j\u00e1 se engenhou em qualquer parte do mundo.\u201d<\/p>\n<p>Monteiro Lobato, escritor ainda dos mais conhecidos neste Pa\u00eds, tamb\u00e9m teceu algumas palavras sobre Campo Grande no texto\u00a0<em>De S\u00e3o Paulo a Cuiab\u00e1<\/em>. Quando esteve na cidade, provavelmente entre a d\u00e9cada de 1930 e o primeiro lustro dos anos 1940, sendo que se valeu do transporte a\u00e9reo para chegar em Campo Grande, considerou-a n\u00e3o como uma \u201ccidade de fim de civiliza\u00e7\u00e3o, de beira-sert\u00e3o, como o viajante logicamente \u00e9 levado a supor.\u201d<sup>6<\/sup>\u00a0Para Lobato, Campo Grande \u00e9 \u201ccidade de come\u00e7o de civiliza\u00e7\u00e3o, \u00e9 a coisa mais reconfortadora que em tais alturas algu\u00e9m possa esperar.\u201d Para ele, Campo Grande tinha a potencialidade de ser a \u201cfutura S\u00e3o Paulo de Mato Grosso\u201d devido \u00e0s mentalidades e ambi\u00e7\u00f5es trazidas ao lugar pelos migrantes e imigrantes que nela aportavam, e que eram provenientes de todos os lugares do mundo. Segundo suas compara\u00e7\u00f5es, \u201cS\u00e3o Paulo \u00e9 o que \u00e9 por ser um atracadouro do pau rodado universal. Nova York \u00e9 o maior centro de pau rodado do mundo inteiro. Campo Grande \u00e9 tamb\u00e9m toda ela pau rodado.\u201d No entender de Lobato, \u201co melhor de Campo Grande n\u00e3o \u00e9 o que Campo Grande j\u00e1 \u00e9 e sim o que promete ser. Re\u00fanem-se nela todas as condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis para uma das grandes futuras cidades do Brasil. Subir\u00e1 a 50 mil, a 100 mil, a 200 mil habitantes \u2013 e parece que o urbanista que lhe tra\u00e7ou as ruas e pra\u00e7as teve perfeita consci\u00eancia disso. Tudo em Campo Grande \u00e9 grande, espa\u00e7oso, arejado.\u201d<\/p>\n<p>Em per\u00edodo contempor\u00e2neo ao de Lobato, Nelson Werneck Sodr\u00e9, autor que est\u00e1 longe de concordar com muitas das afirma\u00e7\u00f5es e an\u00e1lises antes mencionadas, considera, em texto que consta na obra\u00a0<em>Oeste: ensaio sobre a grande propriedade pastoril<\/em>, que \u201cCampo Grande tomaria um impulso poderoso\u201d, sendo \u201ccentro distribuidor de primeira ordem, destinado a ampliar cada vez mais o seu raio de a\u00e7\u00e3o e a constituir-se em fulcro de todas as for\u00e7as em jogo nos territ\u00f3rios do Oeste.\u201d<sup>7<\/sup>\u00a0Para este militar, \u201cCampo Grande tende a desenvolver-se continuamente e a ascender na via em que se acha, de centro poderoso, foco din\u00e2mico da expans\u00e3o humana e econ\u00f4mica, nas terras do sul mato-grossense.\u201d \u201cO car\u00e1ter de mercado fornecedor, de verdadeiro entreposto, que j\u00e1 vai assumindo, distribuindo os artigos que o parque industrial de S\u00e3o Paulo ali coloca, afirma, com maior certeza, a possibilidade do crescente desenvolvimento dessa cidade e da sua import\u00e2ncia cada vez maior.\u201d Ainda segundo Sodr\u00e9, a Campo Grande que ele conheceu, ao contr\u00e1rio da maior parte das cidades e dos povoados da regi\u00e3o de Mato Grosso, n\u00e3o era uma cidade de madeira e de barro, indicativo de pobreza material, mas sim uma cidade de tijolo, portanto sin\u00f4nimo de abund\u00e2ncia e fartura.<\/p>\n<p>Jacomo Vicenzi e Gilberto Ferrez, ainda pouco citados pela historiografia, tamb\u00e9m enfatizaram que Campo Grande era uma urbe de not\u00e1vel destaque, em particular nos aspectos do progresso econ\u00f4mico e da estrutura urbana. O c\u00f4nego Vicenzi, na obra\u00a0<em>Paraiso Verde: impress\u00f5es de uma viagem a Matto Grosso em 1918<\/em>, afirma que Campo Grande, \u00e0 \u00e9poca ainda vila, \u201cse continuar no mesmo passo, ser\u00e1, dentro em breve, uma cidade e das mais movimentadas e progressistas.\u201d<sup>8<\/sup>\u00a0Este autor, que em muitas passagens ironiza o cotidiano com o qual se deparou, adjetiva Campo Grande como uma \u201cnova e florescente vila\u201d, por\u00e9m um lugar que merecia ser conhecido por causa do seu \u201crecente e extraordin\u00e1rio desenvolvimento\u201d. Segundo ele, Campo Grande \u201c\u00e9 a mais adiantada\u201d localidade \u201cdo sul do Estado, tirando Corumb\u00e1.\u201d Em viagem realizada no m\u00eas de agosto de 1955 \u00e0 regi\u00e3o sul de Mato Grosso, parte dela a\u00e9rea e outra terrestre, o fot\u00f3grafo Ferrez, por seu turno, escreveu em seu\u00a0<em>Di\u00e1rio<\/em>\u00a0que Campo Grande era \u201cnova\u201d e que n\u00e3o havia \u201cnada de interesse arquitetural h\u00e1 n\u00e3o ser a Matriz\u201d de um templo religioso, contudo, n\u00e3o deixou de mencionar que Campo Grande era uma \u201ccidade importante, com ruas largas, muito compridas, asfaltadas e arborizadas, progressista e que do alto parece bem bonita.\u201d<sup>9<\/sup><\/p>\n<p>Por fim, n\u00e3o deixemos de pontuar neste texto que todas essas afirma\u00e7\u00f5es constituem, tal como o t\u00edtulo indica, as \u201cpalavras de alguns autores sobre a cidade de Campo Grande\u201d. Sendo assim, tenhamos sempre em mente a import\u00e2ncia de realizarmos leituras que mostrem aspectos do que se passou, nem tanto para termos o entendimento do que literalmente ocorreu no passado, mas sobretudo para problematizarmos aquilo que \u00e9 pensado como passado, n\u00e3o raro visto como sin\u00f4nimo de mat\u00e9ria morta e sem a\u00e7\u00e3o, mas que ainda constitui o nosso presente e \u00e9 utilizado para edificar projetos futuros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><sup>1<\/sup>\u00a0CORR\u00caA, Francisco de Aquino.\u00a0<em>Terra Natal.<\/em>\u00a02. ed. Nictheroy: Typ. Salesiana, 1922, p. 95-96.<\/p>\n<p><sup>2<\/sup>\u00a0AMARAL, Luiz.\u00a0<em>A mais linda viagem:<\/em>\u00a0um \u201craid\u201d de vinte mil kilometros pelo interior brasileiro. S\u00e3o Paulo\/Cayeiras\/Rio de Janeiro: Melhoramentos de S\u00e3o Paulo, 1927, p. 11-13.<\/p>\n<p><sup>3<\/sup>\u00a0SILVA, Hermano Ribeiro da.\u00a0<em>Garimpos do Mato Grosso.<\/em>\u00a0Viagens ao sul do Estado e ao lend\u00e1rio Rio das Gar\u00e7as. Rio de Janeiro: Saraiva, 1954, p. 60.<\/p>\n<p><sup>4<\/sup>\u00a0RUBIM, Rezende.\u00a0<em>Reservas de brasilidade.<\/em>\u00a0S\u00e3o Paulo: Nacional, 1939, p. 125-127.<\/p>\n<p><sup>5<\/sup>\u00a0AZEVEDO, Fernando.\u00a0<em>Um trem corre para o oeste.\u00a0<\/em>Estudo sobre a Noroeste e seu papel no sistema de via\u00e7\u00e3o nacional. 2. ed. S\u00e3o Paulo: Melhoramentos, [195-], p. 83.<\/p>\n<p><sup>6<\/sup>\u00a0LOBATO, Monteiro. De S\u00e3o Paulo a Cuiab\u00e1. In: ______.\u00a0<em>Mundo da lua e Miscelanea.\u00a0<\/em>S\u00e3o Paulo: Brasiliense, 1951, p. 245.<\/p>\n<p><sup>7<\/sup>\u00a0SODR\u00c9, Nelson Werneck.\u00a0<em>Oeste:<\/em>\u00a0ensaio sobre a grande propriedade pastoril. Rio de Janeiro: Jos\u00e9 Olympio, 1941, p. 113.<\/p>\n<p><sup>8<\/sup>\u00a0VICENZI, Jacomo.\u00a0<em>Paraiso Verde:<\/em>\u00a0impress\u00f5es de uma viagem a Matto Grosso em 1918. [S.I.: s.n., 1922], p. 56, 59 e 292.<\/p>\n<p><sup>9<\/sup>\u00a0FERREZ, Gilberto. Di\u00e1rio de viagem de Gilberto Ferrez a Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goi\u00e1s, Rond\u00f4nia, Paraguai e Bol\u00edvia, em agosto de 1955. Di\u00e1rio integrante da exposi\u00e7\u00e3o\u00a0<em>Fam\u00edlia Ferrez:\u00a0<\/em>novas revela\u00e7\u00f5es: de 26 de mar\u00e7o a 23 de maio de 2010, Galeria Olido, S\u00e3o Paulo, SP. [S.I.], 2010. 1 folder. Apoio Prefeitura de S\u00e3o Paulo, Cultura e Fazer Arte. Coordena\u00e7\u00e3o geral: J\u00falia Peregrino. Curadoria: J\u00falia Peregrino e Pedro Karp Vasquez. Consultoria t\u00e9cnica: Helena Dodd Ferrez.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma cidade pode ser pensada de muitas formas. 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